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Greve professores das Universidades Federais prejudica alinos, professores e funcionarios que trabalham nas instituições.95% aderiram e os outro s 5% de pelegos???

Greve professores de universiidades federais prejudicam calendário de aulas. 95% das universidades aderiram.

Principalmente a UF ABC Campus São Bernardo e Santos André que tem um calendário diferenciado porrque suas aulas em 2010 (devido falhas na gestão do Enem neste ano ) só começaram em Maio/2010  Meu filho deveria estar em aula agora no mês de julho, Suas férias foram em Maio/2012 e quando retornou em junho  só teve aula até o dia 08/06  e as proximas seriam em Setembro/2012.

Os responsaveis pelas negociaçõesgoverno e sindicato vão esperar as férias de julho terminarem para começarem as negociações?

E os 5% que não aderiram a greve? Vão usufruir do possível aumento conquistado sem sde sacrificar (Bando de Pelegos ) e seus alunos terminarãoõ o ano letivo corretamente Acho injusto isso. Ou é greve geral ou então não se faz um movimento onde 100% não adere. Nada contra as reivindicações dos professores tanto salaerias , de carreira como condições de ensino  desde que não prejudique os alunos.Parece que estava agendada um negociação com o governo para 2013 e  os Sindicatos anteciparam

Agora, professores e o ministerio da Educação estão empurrando com a barriga,  dificultando as coisas e quem sai prejudicado?:professores, funcionarios e os alunos , principalmente os que estão se formando e  precisam do diploma para participarem de concursos   para empregos públicos  ou seleção em empresas e terão aulas em dezembro e possivelmente Janeiro. E ai Sr Ministro e professores (Sindicato) vamos negociar ou estão aproveitando as férias? Ser professor é como exercer um sacerdócio,  ele precisa de condições de traballho , salarios compativeis ,seu cargo é sublime como a medicina ,  mas os alunos precisam estudar, seguir suas carreiras E ai quando os orgãos responsaveis negociarão?

Reportagem E
No próximo domino (17) a greve dos professores das universidades federais, que conta com a adesão de 51 instituições, vai completar um mês. A paralisação prejudica a rotina dos estudantes, que aguardam negociações entre a categoria e o governo federal para retomarem – e concluírem – o semestre letivo.

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Embora os alunos apoiem a ideia da greve, a decisão dos docentes foi precipitada e alguns estudantes preveem a reposição das aulas perdidas em julho, no período de férias.

A principal reivindicação dos docentes com a greve é a revisão do plano de carreira. Em acordo firmado em 2011 o governo prometeu reajuste de 4%, incorporação de parte das gratificações e revisão do plano para 2013. Os dois primeiros pontos do acordo já foram cumpridos, mas não houve avanço na revisão do plano. Uma nova rodada de negociações está marcada para a próxima terça-feira (19).

No domingo (17), a greve dos professores das universidades federais completará um mês. A paralisação, que conta com a adesão de 51 instituições, afeta a rotina dos estudantes que aguardam as negociações entre a categoria e o governo federal para que o semestre letivo possa ser retomado e concluído. Na UnB (Universidade de Brasília), além dos professores, os técnicos administrativos também cruzaram os braços, inviabilizando a maior parte das atividades acadêmicas.

A principal reivindicação dos docentes é a revisão do plano de carreira. Em acordo firmado no ano passado, o governo prometeu um reajuste de 4%, a incorporação de parte das gratificações e a revisão do plano para 2013. Os dois primeiros pontos já foram atendidos, mas não houve avanço na revisão da carreira. Uma nova rodada de negociação está marcada para terça-feira (19).

Com a paralisação dos servidores, que começou na última segunda-feira (11/06), além das aulas, alguns serviços que são prestados à comunidade também ficaram interrompidos. A biblioteca da UnB, que é frequentada também por quem não é aluno da instituição, está de portas fechadas.

Fonte: Universia Brasil

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